Uma poesia ártica, claro, é isso que eu desejo. Uma prática pálida, três versos de gelo. Uma frase-superfície onde vida-frase alguma não seja mais possível. Frase, não, Nenhuma. Uma lira nula, reduzida ao puro mínimo, um piscar do espírito, a única coisa única. Mas falo. E, ao falar, provoco nuvens de equívocos (ou enxame de monólogos?) Sim, inverno, estamos vivos.
4 comentários:
Boa paráfrase. Eu também prefiro o que é verdadeiro, acho que todos temos força pra isso.
Escondam de Daniella todas as mentiras.
Queria saber uma verdade que nunca saberia.
Hoje um mendigo me perguntou se uma pessoa que fala a verdade deve ser castigada... Não soube responder.
Into the Wild Rules.
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